terça-feira, 11 de setembro de 2018

TUE CNR (Atual série 3000 da Supervia)

Olá, caros amantes de trens do Brasil!
Assim que terminei, tive a ideia de postar de maneira mais imediata, embora bastante atrasada, vamos tratar hoje do trem chinês da Supervia, o CNR série 3000!
Uma história louca, moderna e curiosa, que prossegue por meio de uma variação de lotes até hoje.
Bem, vamos conhecer um pouco de sua história e ver os desenhos. ;)

Este é o CNR série 3000 da Supervia, fabricado em 2011

A frota 3000 da Supervia é composta hoje por 100 TUE's fabricados na China desde 2011 pela CNR (CRRC Changchun Railway Vehicles) e iniciaram suas operações nas linhas cariocas em 2012.
O primeiro lote era de 30 unidades, totalizando 120 carros.
Em 2014 e 2015 foram adquiridas mais 70 composições que entre 2014 até 2016 foram entrando em operação nas linhas.
Rico e moderno, os famosos chineses vem alcançando sucesso em diversos setores por ser o mais original em design, possuir tudo que há de mais moderno, é dos mais baratos e possui equipamentos ágeis e confortáveis.
Cada TUE seria de 4 carros em salão único, com 8 portas largas por carro.
Ele também conta até hoje com câmeras de vigilância, câmeras externas para o operador, monitores que indicam as estações e posição, leitores internos e externos em led, espaço para cadeirantes e falas automáticas.
Hoje vemos TUE's de 8 carros, mesmo que, em cada 4 carros, o salão seja único.

Este é o CNR série 3000 da Supervia em novo padrão, fabricado em 2014

Uma curiosidade entre alguns TUE's da série 3000, é de por exemplo, a unidade 3001 foi entregue com adesivos em pró de comemorar as olimpíadas, que foram retirados para a inserção de adesivos adequados com vagões femininos - somente para mulheres.
A mesma unidade também fez parte da inauguração da nova Estação Manguinhos.
Já no caso da unidade 3007, o para-brisas foi estilhaçado devido a um ato vândalo.
No entanto, em toda a frota até hoje, é alertado que todos os usuários retirem as mãos das portas durante a abertura e fechamento, pois foi relatado que, um usuário foi gravemente ferido (ou apenas foi mutilado). Já não era certo estar apoiado nas portas durante a viagem.

Dedico esta postagem a todos os amantes ferroviários de todo o Brasil e aos usuários que gostam e admiram os trens da CPTM, Supervia, CBTU entre várias companhias nacionais.
Como sempre, estou indo atrás de mais histórias e dados específicos para desenhar mais trens para disponibilizar para vocês.
O blog não tem mais parado, então, fiquem ligados! ;)

DADOS TÉCNICOS DO TUE CNR SÉRIE 3000
Estrutura: Aço Inox
Fabricante: CNR
Fabricação: 2011
Origem: China
Ano de Operação: 2012
Portas: 8 por carro
Formação: 4 carros em salão único e 8 carros
Unidades: 100 no total

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

TUE Nippon Sharyo (Atual série ER 500)

Olá, meus queridos e estimados amantes de trem!
Venho apresentar, alguns desenhos do trem japonês que usei como base para criar o série 100 da Trensurb, o Nippon Shatyo ER 500!
Até hoje ele circula no Rio de Janeiro e faz história de como a ferrovia carioca necessitava de uma mudança definitiva e positiva, pois suas empresas responsáveis sofriam por causa de muitas atitudes fuleiras vindas dos usuários.
Enfim, vamos apreciar os desenhos. ;)

Este é o Nippon Sharyo ER 500 da RFFSA. Notem que o estilo do pantógrafo é antigo

Fabricado em 1977 no Japão, o Nippon Sharyo ER 500 foi como parte de uma tentativa de solucionar os vários problemas ocorridos nas linhas de trem suburbano, administradas pela RFFSA, que se encontravam em situações precárias devido a falta de manutenção, abuso de segurança por meio dos usuários e vários acidentes.
Foi em 1978 que este trem começou a operar.
Ele chegou originalmente com o salão contínuo (também chamado de acesso gangway), que anos depois foi alterado, tirando então a acessibilidade entre os carros, com a intenção de que os policiais pudessem apreender vendedores ambulantes com mais facilidade. Nisso, os ER 500 foram apelidados de "Caixotão".

Este é o Nippon Sharyo ER 500 da Flumitrens

No curto prazo da Flumitrens, eles não tiveram modernização ou atualização, na CBTU em 1984 ele se encontrava todo em aço inox; sem nenhum padrão adesivo, quando perdeu o "acesso gangway".
Foi na Supervia que ele começou a ser mais atualizado; com ajuda do consórcio MPE-CCC, eles receberam um novo padrão visual, alguns receberam até mesmo ar-condicionado por meio de 2012 (unidades 509, 512 e 526), onde possuem 5 carros por composição.
A formação de toda a série se variou de 3, 4, 5, 6 e até 8 carros por trem, alguns deles ainda foram transformados em carro-escola.

Este é o Nippon Sharyo ER 500 da Supervia. Só nesta companhia ele começou a ser mais atualizado

O futuro era incerto, assim como o fim das atividades, pois era projetado para finalizar-se em 2020. Mas com a necessidade de novos trens e a chegada de trens mais baratos e modernos, talvez a série ER 500 deixe de existir antes do planejado.

Esta é mais uma postagem que dedico aos usuários que gostam dos trens da CPTM, Metrô e outras companhias e aos amantes ferroviários de todo o Brasil.
Posso dizer que atualmente, postei todo o acervo contido em desenhos, então, irei em busca de mais TUEs do nosso Brasil. Como por exemplo, o Metrô de Salvador, a CBTU de Maceió, o Trem Chinês da Supervia e possivelmente e brevemente alguns internacionais.
Logo logo voltarei com mais desenhos e histórias, não se esqueçam de acompanhar o blog!

DADOS TÉCNICOS DO NIPPON SHARYO ER 500
Estrutura: Aço Inox
Fabricante: Nippon Sharyo
Fabricação: 1977
Origem: Japão
Ano de Operação: 1978
Portas: 8 por carro
Formação: Variada entre 3 e até 8 carros

sábado, 1 de setembro de 2018

TUE Nippon Hitachi Kawasaki (Atual série 100 da Trensurb)

Olá, meus queridos internautas amantes de trem!
Finalmente, depois de vários pedidos, venho apresentar em desenho, o trem que alcança qualidade desde os anos 80 em Porto Alegre - RS, o Nippon Hitachi Kawasaki série 100!
No facebook, no whatsapp e até mesmo aqui no blogger vieram me pedir para postar, mas agora que consegui algumas evidências históricas, vamos conhece-lo e ver os desenhos! :D

Este é o Nippon Hitachi Kawasaki série 100 da Trensurb em seu padrão original

Fabricado em 1984 no Japão pelas empresas Nippon Sharyo e Seizo Kaisha, o Nippon série 100 da Trensurb foi o primeiro trem a entrar em operação em uma linha de "Metrô de Superfície", projetada com o objetivo de desafogar a lotação na BR-116.
Foi em 1985 que o sistema entrou em vigor, contando com sua única linha, que obedece o trecho Mercado x São Leopoldo, ligando a capital à cidades da região metropolitana de Porto Alegre.
Seus 25 trens operam com 4 carros de aço inox, tendo 8 portas por carro, alimentado por rede aérea e tem prestado um ótimo serviço a sua linha de metrô.
Ele conta com motores e componentes da Hitachi e Kawasaki, empresas japonesas que chegaram a fabricar trens para a FEPASA nos anos 60 em conjunto com a Toshiba.
Sua numeração segue esta ordem:
MA-103, RA-103, RB-103 e MB-103.
MA e MB são carros reboques e RA e RB são carros motores.

Este é o Nippon Hitachi Kawasaki série 100 da Trensurb em seu padrão mais moderno

O Nippon série 100 atualmente tem seus carros reboques com padrão de cores de acordo com a direção; sendo azul segue em direção sul, sendo vermelha segue em direção norte.
MA para a cor azul e MB para a cor vermelha.
 
Azul Sul e Vermelho Norte

O mesmo vale para o Alstom Metropolis série 200 da Trensurb, trem que opera em conjunto do Nippon série 100.

Esta é mais uma postagem que dedico de coração aos usuários que gostam dos trens da CPTM, Metrô e outras companhias e aos amantes ferroviários de todo o Brasil.
A próxima publicação irá tratar sobre o aclamado japonês Nippon Sharyo ER 500, outro trem japonês de inox, este que usei como base para desenhar o Nippon Hitachi série 100.
Não percam, vejam mais no blog!

DADOS TÉCNICOS DO NIPPON HITACHI KAWASAKI SÉRIE 100
Estrutura: Aço Inox
Fabricante: Nippon Sharyo/Seizo Kaisha
Fabricação: 1984
Origem: Japão
Ano de operação: 1985
Portas: 8 por carro
Formação: 4 carros

TUE Mafersa Villares (Atual série 1000 do Metrô Rio)

Olá, caríssimos amantes de trem do Brasil!
Prometendo e cumprindo, venho postar desenhos de um trem que começou fazendo história no metrô carioca, o Mafersa série 1000!
Assim como os trens do metrô paulista, ele veio com tudo que havia de mais moderno desde sua época de construção, onde sua linha operacional levava quase uma década para começar a funcionar.
Vejamos os desenhos e alguma continuação do metrô carioca. ;)

Este é o Mafersa Villares série 1000 do Metrô Rio em seu padrão de origem, a história do metrô carioca começou com ele na prática.

Fabricado em 1979 pela Mafersa em São Paulo, o Mafersa série 1000 chegou ao Rio com toda uma variação de equipamentos, que incluíam sistema de freios a disco, comunicação ágil, mecanismos de emergência, espaço, piso de borracha, assentos com uma formação diferenciada e é o primeiro no país a ter portas largas e caixa diagonalizada.
Sua agilidade e velocidade, chegara a alcançar a confiança dos usuários por longos anos de operação, tendo recordações aos montes e sempre foi um dos trens mais guerreiros da história metroviária do Brasil. Ele contou também com equipamentos da Villares, por isso as vezes ele é chamado de Mafersa Villares originalmente.

Este é o Mafersa Villares série 1000 do Metrô Rio em seu segundo padrão nos anos 90

Este é o Mafersa Villares série 1000 do Metrô Rio em seu padrão atual. Hoje ele também é conhecido como Alstom série 1000 da metrovia carioca.

Atualmente ele é conhecido também como Alstom série 1000 do Metrô Rio, pois com o fim da Mafersa, a Alstom assume toda a sua manutenção mecânica e elétrica.
Tirando a estética interna e externa, o Mafersa série 1000 é todo um trem similar ao metrô paulista.
As obras das linhas do Metrô Rio começaram em 1970 e só em 1979 ela começou a operar. Os trens chegaram com seis carros, padrão usado até hoje na companhia, assim como no Metrô SP.
Até hoje, ele opera em conjunto do seu sucessor, o Mafersa série 2000, além de operar também junto de um Caf de série 4000. Nas próximas publicações irei tratar sobre ele.

Esta é mais uma postagem que dedico de coração aos usuários que gostam dos trens da CPTM, Metrô e outras companhias e aos amantes ferroviários de todo o Brasil.
Depois de muito tempo e vários pedidos, irei postar sobre o trem que pra mim é o original da Trensurb, companhia que opera no metrô de Porto Alegre - RS e é o primeiro que posto desenhando no Youtube.
Assista clicando aqui.
Continuem acompanhando o blog!

DADOS TÉCNICOS DO MAFERSA VILLARES
Bitola (M): 1,60
Estrutura da Caixa: Aço Inox
Fabricante: Mafersa
Fabricação: 1979
Origem: Brasil
Alimentação: Terceiro Trilho
Formação: 6 carros
Portas: 6 por carro
Unidades: a buscar

TUE Mafersa (Atual série 1000 do Metrô DF e 2000 do Metrô Rio)

Olá, meus queridos internautas!
Agora deixarei público para vocês, desenhos meus exclusivos do Mafersa 93, que é série 1000 do Metrô DF e 2000 do Metrô Rio!
Este modelo é a estrela do post, vamos conhecer mais um pouco de certas metrovias e seus trens.
Apreciem os desenhos! ;)

Este é o Mafersa série 1000 do Metrô DF em seu padrão inicial

Fabricado no ano de 1993 na Lapa, distrito da região centro-oeste da cidade de São Paulo, o Mafersa foi tendência no Metrô DF, fazendo parte de planos para implantarem um metrô na cidade de Brasília - DF.
Foi projetado de uma forma bem diferente dos trens que vemos em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Salvador, etc.
No Metrô DF ele obedece a série 1000, com um total de 20 trens de 4 carros, com 6 portas por carro.
Portas largas, piso de borracha, mecânica que até hoje é administrada pela Alstom após o fim da Mafersa, velocidade de até 80km/h e é um dos mais ágeis do mundo.
Foi em Agosto de 1998 que as linhas do Metrô DF entraram em operação, aos poucos as linhas vão ganhando novas estações e vão ligando os distritos mais importantes e administrativos de Brasília.

Este é o Mafersa série 1000 do Metrô DF com padrão que obedece as cores das linhas

Este é o Mafersa série 2000 do Metrô Rio, conhecido também como Alstom 2000

Este é o Mafersa série 2000 do Metrô Rio em seu segundo padrão, visto como o segundo trem mais moderno do metrô carioca.

No Metrô Rio ele obedece a série 2000 até hoje, e também é conhecido como Alstom 2000 desta companhia, devido a manutenção atual de peças.
Lá o metrô opera com seis carros (inclusive o Mafersa 93 em questão), também com 6 portas largas por carro, é ágil e espaçoso e desde a sua primeira geração é sucesso no país. Tratarei sobre a primeira geração do Mafersa 93 no próximo post.

Esta é mais uma postagem que dedico aos usuários que gostam dos trens da CPTM, Metrô e outras companhias e aos amantes ferroviários de todo o Brasil.
Como eu disse acima, vamos continuando a história de certas metrovias contando com a primeira geração do Mafersa, que até hoje é rico em tudo de mais moderno de época, além de possuir muitas recordações dos usuários cariocas.
Não parem de acompanhar o blog!

DADOS DO MAFERSA ANO 1993 DO METRÔ DF E METRÔ RIO
Bitola (M): 1,60
Estrutura da Caixa: Aço Inox
Fabricante: Mafersa
Fabricação: 1993
Origem: Brasil
Alimentação: Terceiro Trilho
Formação: 4 carros no Metrô DF e 6 carros no Metrô Rio
Portas: 6 por carro
Unidades: 20 no Metrô DF